O que você vai aprender
  • Os principais conceitos das instalações prediais hidráulico-sanitárias (água fria e quente, esgoto e águas pluviais) e das instalações elétricas prediais com enfoque no projeto arquitetônico;
  • A importância da integração das instalações prediais ao projeto arquitetônico de forma harmônica, racional e tecnicamente correta;
  • Os aspectos tecnológicos das instalações hidráulicas prediais visando a sua adequação aos sistemas construtivos;
  • As interferências e interfaces das instalações prediais no espaço construído.
Como você irá se beneficiar
I. Através de uma visão simplificada dos vários subsistemas das instalações prediais, com enfoque na arquitetura;
II. Saberá antecipar as soluções das interfaces entre os projetos complementares (hidrossanitários e elétricos) e o projeto arquitetônico, evitando improvisações na obra para solucionar os problemas surgidos;
III. Sairá do curso apto a desenvolver projetos harmonizados com as instalações, visando seu perfeito funcionamento.

Público-alvo

Arquitetos, designers, engenheiros, projetistas de arquitetura, alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil.

 

Carga Horária
20 horas

A – Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias

1 – Instalações prediais de água Fria

– Considerações gerais;
– Entrada e fornecimento de água fria;
– A entrada de água e suas interfaces com a arquitetura;
– Medição de água individualizada;
– Instalação de poços artesianos;
– Sistemas de abastecimento e suas interfaces com a arquitetura;
– Os reservatórios no projeto arquitetônico
– Interfaces da altura e localização do reservatório com a pressão dinâmica;
– Compatibilização da altura do barrilete nos projetos arquitetônico e hidráulico;
– Tipos de reservatórios (moldados in loco e industrializados);
– Interfaces entre volume, área e altura do reservatório;
– Dimensionamento dos reservatórios;
– Influencia dos reservatórios na qualidade da água;
– Interfaces da rede de distribuição com a arquitetura
– Rede de distribuição (barrilete, colunas, ramais e sub-ramais);
– Desenhos das instalações (detalhes isométricos: barrilete, sanitário, cozinha e
área de serviço);
– Materiais utilizados;
– Pré-dimensionamento das canalizações;
– Parâmetros hidráulicos do escoamento;
– Pressões mínimas e máximas
– Dispositivos controladores de pressão (pressurizador e válvulas redutoras de
pressão);
– Perda de carga nas canalizações;
– Ruídos e vibrações em instalações prediais (erros de projeto e golpe de
aríete);
– Soluções para evitar níveis de ruído no projeto arquitetônico.

 

2 – Instalações prediais de água quente

– Considerações gerais;
– Componentes do sistema;
– Estimativa de consumo;
– Sistemas de aquecimento;
– Tipos de aquecedor;
– Aquecedores elétricos;
– Aquecedores a gás;
– Aquecedor solar;
– Aquecimento de piscinas;
– Dimensionamento dos aquecedores;
– Rede de distribuição;
– Materiais utilizados;
– Isolamento térmico;
– Dilatação térmica;
– Temperatura máxima no sistema;
– Dispositivos de utilização e altura dos pontos de consumo;
– Detalhes isométricos;
– Pré-dimensionamento das tubulações de água quente;
– Pressões mínimas e máximas;
– Perda de carga;
– Velocidade máxima da água.

 

3 – Instalações prediais de esgoto

– Considerações gerais;
– Sistemas de coleta e escoamento;
– Sistema predial de esgoto;
– Os aparelhos sanitários no projeto arquitetônico;
– Número mínimo de aparelhos;
– A importância do desconector;
– Tipos de sifões;
– Posição ideal da caixa sifonada no projeto arquitetônico
– Ralos secos;
– Ralos especiais (saída articulada, antiespuma, antiinfiltração, ralo linear);
– Ramais de descarga e esgoto;
– Ligação do ramal de esgoto no pavimento térreo;
– Tubo de queda;
– Coluna de ventilação;
– Interfaces da coluna de ventilação com a arquitetura;
– Subcoletor de esgoto
– Caixa de gordura;
– Caixa de inspeção;
– Localização das caixas;
– Caixa múltipla;
– Coletor predial;
– Válvula de retenção;
– Materiais utilizados
– O traçado das instalações;
– Pré-dimensionamento das tubulações;
– A importância da declividade;
– Instalações em banheiros e suas interfaces com a arquitetura
– Aparelhos passíveis de sofrer retrossifonagem;
– Instalações dos aparelhos (lavatório, bacia sanitária, bidê e chuveiro);
– Instalações em cozinha e suas interfaces com a arquitetura;
– Instalações dos aparelhos (pia, máquina de lavar prato e filtro);
– Instalações em área de serviço e suas interfaces com a arquitetura
– Instalações dos aparelhos (tanque e máquina de lavar roupa);
– Instalações embutidas e aparentes;
– Instalações enterradas;
– Instalações em pavimentos sobrepostos;
– Previsão de forro no projeto arquitetônico;
– Previsão de forro no projeto arquitetônico;
– Forro de gesso (altura);
– Interfaces das instalações de esgoto em edifícios (pavimentos críticos);
– Prumadas hidráulicas e elementos estruturais;
– Áreas destinadas aos dutos de passagem e inspeção;
– Sistemas de shafts visitáveis;
– Piso Box;
– Compartimentos rebatidos utilizando a mesma parede hidráulica;
– Níveis do terreno e redes de esgoto;
– Reuso da água servida nas edificações.

 

4 – Instalações prediais de águas pluviais

– Considerações gerais;
– Arquitetura dos telhados e o sistema de coleta de águas pluviais;
– Componentes do sistema de águas pluviais;
– A calha no projeto arquitetônico;
– Forma da seção das calhas;
– Declividade das calhas;
– Vazão de projeto (intensidade pluviométrica e período de retorno);
– Área de contribuição do telhado;
– Calhas semicirculares;
– Calhas de seção retangular;
– Pré-dimensionamento das calhas;
– Condutores verticais;
– Pré-dimensionamento dos condutores;
– Materiais utilizados;
– Condutores horizontais;
– Pré-dimensionamento dos condutores horizontais;
– Caixa coletora de águas pluviais;
– Caixa separadora de óleo e graxa;
– Níveis do terreno e condutores horizontais;
– Ligações clandestinas;
– Lei de servidão;
– Posicionamento de calhas em telhados;
– Condutores embutidos e aparentes;
– Sobreposição em telhados;
– Coberturas horizontais de laje;
– Drenagem de coberturas horizontais;
– Pré-dimensionamento de buzinotes;
– Utilização de água da chuva;

 

5 – Instalações Elétricas Prediais

– Instalações prediais elétricas (considerações gerais);
– Compatibilização do projeto de instalações elétricas com os projetos técnicos
complementares;
– A importância das Normas;
– Fornecimento de energia elétrica;
– Ponto de entrega;
– Limites para fornecimento;
– Ligações monofásicas, bifásicas e trifásicas;
– Ligação de cargas especiais;
– Padrão de entrada;
– Critérios para a instalação do padrão de entrada;
– Ramal de ligação;
– Interfaces entre o terreno e o ramal de ligação;
– Poste particular e pontalete;
– O quadro de medição no projeto arquitetônico;
– Instalação do equipamento de medição;
– Equipamentos de utilização de energia elétrica;
– Instalação de equipamentos;
– Instalação de aparelhos especiais;
– Os equipamentos e suas interfaces com o projeto arquitetônico;
– Potência elétrica;
– Tensão e corrente elétrica;
– Potência elétrica total instalada;
– O cálculo do consumo;
– Quadros de distribuição de circuitos;
– Dimensões do quadro;
– Localização do quadro (projeto elétrico);
– Localização do quadro (projeto arquitetônico);
– Altura do quadro na parede;
– Interfaces do quadro com armários de cozinha;
– Subdivisão dos quadros de distribuição no projeto a arquitetônico;
– Prumadas elétricas e caixas de passagem;
– Previsão de shafts e áreas técnicas;
– Pavimentos técnicos;
– Circuitos da instalação;
– Circuitos de distribuição;
– Circuitos terminais;
– Divisão de circuitos;
– Critérios para a divisão de circuitos;
– Potencia por circuito;
– Limites de potencia para os circuitos terminais;
– Circuitos exclusivos;
– Importância dos cálculos;
– Aterramento do sistema;
– Aterramento da entrada consumidora;
– Aterramento do quadro de distribuição de energia;
– Aterramento dos aparelhos eletrodomésticos;
– Dispositivos de proteção para baixa tensão;
– Tipos de disjuntores;
– Disjuntores termomagnéticos;
– Componentes utilizados nas instalações;
– Eletrodutos;
– Tipos de eletrodutos;
– Caminhamento do eletroduto;
– Dimensionamento dos eletrodutos;
– Caixas (quadrada, retangular, hexagonal e octogonal);
– Caixas de embutir e de piso;
– Caixas para instalação de tomadas e interruptores;
– Caixas para instalações aparentes;
– Altura das caixas;
– Condutores de eletricidade;
– Fios e cabos;
– Qualidade dos condutores;
– Importância das normas técnicas;
– Diâmetro dos fios;
– Dispositivos de manobra;
– Instalação de interruptores;
– Interruptores em residências;
– Tipos de interruptores (simples, paralelo e intermediário);
– Interruptor controlador de luz;
– Minuterias;
– Interruptores temporizados;
– Pulsadores;
– Interruptores remotos;
– Previsão de tomadas no projeto arquitetônico;
– Tomadas de corrente;
– Tomadas de uso geral;
– Tomadas de uso específico;
– Importância do leiaute;
– Instalações residenciais (previsão de tomadas);
– Potência mínima das TUG’s (instalações residenciais);
– Potência mínima das TUE’s (instalações residenciais);
– Sugestão de pontos de elétrica no projeto arquitetônico
– Quantidade mínima de tomadas (instalações residenciais);
– Instalações comerciais (previsão de tomadas);
– Potência mínima das TUG’s (instalações comerciais);
– A importância da simbologia;
– Simbologia básica;
– Instalações de antenas e suas interfaces com as redes elétricas;
– Instalação de pára-raios e suas interfaces com a arquitetura
– Método de Franklin;
– Método de Faraday;
– Método eletrogeométrico;
– Instalações prediais de telefonia;
– Luminotécnica;
– A importância do leiaute de arquitetura;
– Aparelhos de iluminação;
– Tipos de luminárias segundo a forma de aplicação de luz;
– Tipos de lâmpadas;
– Cálculo de iluminação;
– Iluminação residencial;
– Iluminação comercial e industrial;
– O consumo de energia em residências;
– Os vilões do consumo;
– A iluminação e o consumo de energia;
– A importância das cores;
– Instalações elétricas em sanitários;
– Iluminação em banheiros;
– Adequação das instalações para portadores de necessidades especiais;
– Sistemas de condicionamento de ar;
– Super (sub) dimensionamento do sistema;
– Cálculo da carga térmica;
– Tipos de refrigeração;
– Aparelhos de janela;
– Splits;
– Previsão de cabinas de força no projeto arquitetônico;
– Localização de cabinas;
– Tipos de cabinas;
– Casa de bombas no projeto arquitetônico;
– Dimensões mínimas do compartimento;
– Iluminação e ventilação do local.

  • Prof. Ma. Roberto de Carvalho Junior
    Engenheiro civil, licenciado em Matemática, com habilitação em Física e Desenho Geométrico. Pós-graduado em Didática do Ensino Superior. Mestre em Arquitetura e Urbanismo. Projetista de Instalações Prediais desde 1982, já elaborou inúmeros projetos de edificações de médio e de grande porte, executados em várias cidades do Brasil. Desde 1994, atua na área acadêmica, em faculdades de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil, como professor universitário das disciplinas de instalações prediais. É palestrante e autor dos livros “Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura”; “Instalações Elétricas e o Projeto de Arquitetura”; “Patologias em Sistemas Hidráulico-Sanitários” e “Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias – Princípios básicos para elaboração de projetos”. Todos os livros editados pela Blucher. É autor de diversos artigos e publicações em vários jornais e revistas do país voltadas a construção civil, falando especificamente sobre assuntos relacionados a sua área de atuação. Atualmente, trabalha na área acadêmica e como consultor independente.

Horários
Início: 08h30
Coffee break: 10h30 às 10h45
Almoço: 12h30 às 14h00
Coffee break: 16h30 às 16h45
Encerramento: 18h00
Obs.: Cada hora/aula tem 50 minutos de duração.
O que está incluso
Apostila Digital em PDF (disponibilizada por e-mail aos participantes em até 24 horas da data de início do curso, como anexo ou via link em nuvem)
Material de Apoio;
Serviço de Coffee-breaks;
Certificado de Participação digital (atentar a correta grafia do seu nome na lista presença que circulará no primeiro dia de curso)
Observações
Recomendamos levar Notebook ou Tablet/IPAD, com adaptador para a nova tomada “PADRÃO BRASILEIRO”;
Na hipótese de quórum insuficiente, impossibilidade de comparecimento do professor, imprevistos ou motivos de força maior, a AEA Educação Continuada se reserva ao direito de cancelar ou reagendar o curso programado visando preservar o melhor interesse de todos;
Especialmente, em caso de viagens, antes de se deslocar, solicitamos entrar em contato, a fim de confirmar as informações sobre data e local do curso, evitando transtornos;
Em caso de cancelamento, a AEA Educação Continuada avisará a todos os inscritos (através de e-mail), e devolverá integralmente os valores pagos pela inscrição;
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